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Policiais Militares apreendem arma e menor por homicídio, em Itabira

Um jovem foi baleado quando chegava em sua casa no bairro João XXIII. Um Gol preto passou pelo local e um indivíduo dentro do carro efetuou cerca de cinco disparos em direção ao rapaz, que caiu no chão. O crime aconteceu na Rua João Fernandes Vieira.

Os policiais localizaram uma carabina calibre 38 com cinco munições intactas (Foto: Divulgação)
Os policiais localizaram uma carabina calibre 38 com cinco munições intactas (Foto: Divulgação)

A vítima, de 18 anos, se levantou e entrou em sua residência, onde caiu novamente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e após prestar os primeiros socorros, o encaminhou para o pronto-socorro de Itabira.

Dois homens estavam dentro do Gol e o passageiro teria efetuado os disparos, a princípio, com uma arma calibre 38. Depois os envolvidos fugiram sentido bairro Machado e não foram mais vistos. 

O serviço de Inteligência do 26º Batalhão fez um levantamento de informações e monitoramento a residências de supostos autores do crime. Segundo a polícia, o jovem atingido está em "guerra" contra outros na região do bairro Monsenhor José Lopes. Com essas informações, os policiais militares localizaram um adolescente de 14 anos, suspeito de atirar em no rapaz de 18,  que já havia sido apreendido no último sábado com um garrucha calibre 38, 

Os militares, com apoio do Tático Móvel, encontraram o menor e com ele estava um rádio de comunicação preto, aparentando ser o mesmo furtado recentemente na área da mineradora Vale, e quatro pedras de crack.

Em conversa com o adolescente, ele negou a autoria do crime contra a vítima, mas assumiu ter uma arma de fogo escondida em sua casa. Desta forma, os policiais foram ao local onde localizaram uma carabina calibre 38 com cinco munições intactas.

A mãe do menor disse não ter mais controle sobre o jovem e que é constante outros rapazes irem próximo a sua casa e efetuarem tiros na tentativa de matar seu filho. A mulher disse que já matriculou o filho na escola, mas ele nunca foi. 

Ainda segundo a mãe, ela iria pedir ajuda ao delegado e ao Ministério Público para internar seu filho em uma unidade de recuperação, pois teme pela morte dele. O menor, as armas e as munições foram levados para Delegacia de Polícia Civil.

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