15,Dec

Mona Vilardo

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Soprano Literário

Mona Vilardo começou seus estudos e carreira musical aos 8 anos de idade, cantando no Coral Infantil do Rio de Janeiro, com Elza Lackchevitz e estudando piano no curso técnico da UFRJ. Ingressou na Unirio aos 18 anos, onde se formou em Canto Lírico na classe da professora Mirna Rubim. Cantou em corais como Coro de Ópera do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Coro Sinfônico do Rio de Janeiro, Conjunto vocal Calíope e Grupo vocal Mulheres de Hollanda. Atua desde 2008 na preparação vocal de peças de teatro musical, como "Billy Holiday - amargo fruto" e "Emilinha e Marlene - as Rainhas do Rádio" - apresentado inclusive no Palácio das Artes em BH. Fez também a preparação vocal e os arranjos vocais para o espetáculo "Contra o Vento - um musicaos" que ficou em cartaz no CCBB Rio e Brasília. Foi aluna do Teatro O Tablado, onde também foi assistente de Luiz Carlos Tourinho. Desde 2017 é roteirista, produtora, atriz e cantora do seu espetáculo em homenagem ao centenário de Dalva de Oliveira, chamado "Mona canta Dalva", que estreou no Teatro Maison de France RJ, com direção de Marcia do Valle, e ainda está em circulação. Atualmente é cantora do Grupo Vocal Equale, que ganhou o 29º Prêmio da Música Brasileira, em 2018, como melhor grupo de mpb. Escreve para o site literarte.art desde setembro de 2018 e em março de 2019 irá lançar o livro infanto juvenil sobre a vida de Dalva de Oliveira, numa coleção chamada "Elas por ela - as Rainhas do Rádio por Mona Vilardo".

Coluna

Dream Big

Chicago, dia dois de agosto, cinco e quarenta e cinco da manhã. Três anos se passaram da minha última vinda nos Estados Unidos. Hoje, é o penúltimo dia de um sonho que começou a ser elaborado há um ano atrás, junto com uma amiga da época do coral que cantei na adolescência. Em Chicago, ve...

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Dia 2

- Porque que quando colocamos os pés no chão a brincadeira acaba? – Mafalda após parar o balanço.  Dia 2 de janeiro li a frase da Mafalda, essa personagem argentina cheia de voz. Passei a virada do ano em Salvador praticamente embalada com o refrão "Tira o pé do chão" de Ivete Sangalo....

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Luxo nem lixo

Mês passado estive em Belo Horizonte para lançar o meu livro. Me considero íntima dessa cidade, onde já estive diversas vezes com alguns espetáculos, e agora, como escritora. Com tal intimidade adquirida, decido aqui, chamá-la pelo apelido de Beaga, tão fofo como um bom pão de queijo local. Mas,...

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Queda

Feriado de sol! Uma praça movimentada da cidade. Chão de terra e alguns brinquedos que estão ali há algumas gerações. Os clássicos: carrinho de bate bate, carrossel e um tal de elefante que só faz girar len ta men te. Mas o que me chama a atenção não são essas características que tornam aquele lu...

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A CASA DOS PAIS

Em poucas ocasiões, desde que saí da casa dos meus pais novamente aos 35 anos, eu durmo na casa deles. Ontem foi um dia assim. Cheguei cedo ao Rio, aproveitando uma segunda de folga e, como sempre, cumpri quase que um protocolo de visitação: vejo minha afilhada (ontem foi dia de cantar cantiga in...

Coluna

Cor- tinha

Uma das maiores mudanças que acontecem quando saímos da casa dos pais e vamos para a nossa casa é: casa sempre tem coisa para arrumar! Alguma amiga se identifica? Tenho ao meu lado um verdadeiro dono de casa. Palmas para os maridos que também organizam seus lares ao lado de suas esposas. Ao lado...

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Brumas do tempo

  Em 25 janeiro de 2019, às 17h28, um pai não vai mais voltar para casa e sentar ao lado do filho.  Simultaneamente, a avó que costumava preparar o lanche do neto, não irá fazê-lo quando o relógio bater às 18h. Tampou...

Coluna

Jujuba verde

Será que você foi jujuba verde em 2018? (foto: Mona Vilardo)   Mais um ano começou, e uma das minhas conquistas é estar aqui escrevendo para vocês. Ser colunista de um jornal estava dentro das minhas novas metas de ano novo. Que bom que consegu...